JURÍDICO, SÓ VITÓRIA
PSC VITORIOSO NA JUSTIÇA

“Em 2026, Paysandu arrecadou mais e gastou menos, obtendo superávit nas contas”, revelação do presidente Marcio Tuma.
“De nada adiantou ser campeão disso e aquilo, ter dinheiro em caixa e não subir pra B”, opinião da maioria do torcedores que comigo cruzaram durante a semana.
Não foi por falta de empenho que o time não ascendeu à B, porque a diretoria fez de tudo, que estava no seu alcance para ter sucesso, mas a bola insistiu em não entrar no jogo contra o Brusque.
À boca pequena há comentários – entre torcedores - de que o presidente do Paysandu é ateu, então não foi à toa que o Nico perdeu o gol da classificação.
“Se acredita em Deus ou não, penso que não é da nossa conta”, falei para o torcedor bicolor, meu leitor e ouvinte, Elpídio Neto, que me fez este questionamento.
Comuniquei o presidente Márcio Tuma, via “uatizap”, e a sua resposta foi direta ao ponto: “É desrespeitosa. Minha preferência religiosa só diz respeito a mim e a minha família”.
Se a bola no futebol não entrou, no departamento jurídico alviceleste todas as “bolas” entraram de forma a consagrar os advogados que estão a serviço do PSC.
O assaz advogado Bruno Castro é o diretor do departamento, tendo como gerente o jovem advogado Silvio Neves.
Vindo de Recife, Dr. Silvio Neves esteve à frente do acordo com o Ministério Público do Trabalho, em Belém, em vez de pagar mais de R$ 1,5 mi de multa, Paysandu distribui mais de 45 bolsas aos jogadores da base, e busca no interior jovens atletas.
O sucesso da Recuperação Judicial; a venda de Paulo Henrique ao Flamengo, e o temeroso processo “Pikachu”, que o juiz da 12ª Vara Cível e Empresarial de Belém, Álvaro José Norat de Vasconcelos, “rejeitou improcedente os pedidos formulados pela Big Sistemas de Segurança Comércio e Serviços Empresariais Ltda.”.
Sem custos para o Paysandu, Diego Moura, que é vice-presidente, será o novo gestor do departamento de futebol.
É o que há!

