Ó CÉUS!
EXCLUSÃO DO CONSELHEIRO

Inobstante, os embates “homéricos” que tive com o Dr. Antônio Couceiro, em momento algum ele me negou o cumprimento civilizatório, comprovando sua dignidade humana, quando dos nossos encontros.
Desde 1978, ano que aqui cheguei e que faço parte da imprensa esportiva, que tentam “Descoucerizar” o Paysandu. Tem sido tarefa das mais difíceis.
Nelson Diogo Couceiro, 67, irmão mais novo do Dr. Antônio Couceiro, está no centro de uma questão que incomoda a chapa do presidente Márcio Tuma, a única a se inscrever para o pleito do dia 3 novembro.
Nelsinho Couceiro, como o chamo, aparece na chapa do Conselho Fiscal, e, assim sendo, entende a oposição que ele não pode participar do pleito, porque já esteve em duas eleições anteriores: à que reelegeu Maurício Ettinger(2023-24) e na que elegeu Roger Aguilera (2025-26).
Publiquei no “eks” a relação dos 8 conselheiros, e o Nelson é o primeiro.
“Zé, por ser Paysandu, pago caro por carregar o nome que tenho. Eu e minha família nunca roubamos o Paysandu, mas é muito difícil suportar torcedor, do meu lado na arquibancada, dizer que roubamos o Clube. Na reeleição de Maurício Ettinger (2023-24), fui suplente no Conselho Fiscal, sem tomar posse em nenhum momento do cargo; na de Roger Aguilera, fui eleito e ocupei o cargo. Então, fui conselheiro fiscal em uma única vez, mas em respeito à minha família, determinei a exclusão do meu nome da chapa do Conselho Fiscal”, declarou Nelsinho.
Por não me atender, via celular, deixo de publicar a versão do presidente Márcio Tuma.
Embora contrariando alguns soberbos, ó céus, não estou preocupado com a minha primazia noticiosa, estou revelando a verdade neste embate entre diretoria bicolor e a oposição.
É o que há!



